ARáBIA SAUDITA

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Líder da Al-Qaeda no Iêmen pede novos ataques (segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 - 22:35:55h)
O número 2 da Al-Qaeda no Iêmen pediu a realização de novos ataques na Arábia Saudita contra interesses norte-americanos na região, numa nova mensagem de áudio colocada hoje na internet. O comunicado, feito aparentemente por Said al-Shihri, pede aos seguidores que "ataquem os interesses dos Estados (fonte: O Estado de S. Paulo)

Menina de 12 anos desiste de anular casamento na Arábia Saudita (terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 - 14:17:58h)
Uma menina de 12 anos cujo casamento foi arranjado pelo pai com um primo dele, de 80 anos, desistiu de lutar pela anulação do matrimônio em um tribunal da Arábia Saudita. Um dia antes da audiência que poderia determinar a anulação, a jovem --que contava com o apoio da mãe-- retirou a queixa, informou nesta terça-feira a imprensa saudita. A Comissão dos Direitos Humanos, ligada ao governo, que ... (fonte: Folha Online)

Menina de 12 anos desiste de anular casamento na Arábia Saudita (terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 - 13:46:53h)
Uma menina de 12 anos cujo casamento foi arranjado pelo pai com um primo dele, de 80 anos, desistiu de lutar pela anulação do matrimônio em um tribunal da Arábia Saudita ... Leia mais Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa (fonte: Globo Online)

Menina de 12 anos desiste de anular casamento na Arábia Saudita (terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 - 13:40:57h)
Uma menina de 12 anos cujo casamento foi arranjado pelo pai com um primo dele, de 80 anos, desistiu de lutar pela anulação do matrimônio em um tribunal da Arábia Saudita. Um dia antes da audiência que poderia determinar a anulação, a jovem - que contava com o apoio da mãe - retirou a queixa, (fonte: O Estado de S. Paulo)

Menina de 12 anos desiste de anular casamento na Arábia Saudita 02 de fevereiro de 2010 • 11h37 • atualizado às 12h30 (terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 - 14:44:53h)
Uma menina de 12 anos cujo casamento foi arranjado pelo pai com um primo dele, 80 anos, desistiu de lutar pela anulação do matrimônio em um tribunal da Arábia Saudita. (fonte: Terra Notícias)

Em destaque (segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 - 22:42:44h)
Um dos líderes do braço da rede extremista Al-Qaeda no Iêmen elogiou a liderança da rede na Somália pela oferta de envio de militantes ao país e convocou os muçulmanos da região para uma guerra santa e por um bloqueio do Mar Vermelho. (fonte: BBC Brasil)

Al-Qaeda do Iêmen quer união com Somália para controlar Mar Vermelho (segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 - 22:46:32h)
Um dos líderes do braço da rede extremista Al-Qaeda no Iêmen elogiou a liderança da rede na Somália pela oferta de envio de militantes ao país e convocou os muçulmanos da região para uma guerra santa e por um bloqueio do Mar Vermelho ... Leia mais Assine O GLOBO e receba todo o conteúdo do jornal na sua casa (fonte: Globo Online)

Al-Qaeda do Iêmen quer união com Somália para controlar Mar Vermelho (segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 - 22:36:25h)
Um dos líderes do braço da rede extremista Al-Qaeda no Iêmen elogiou a liderança da rede na Somália pela oferta de envio de militantes ao país e convocou os muçulmanos da região para uma guerra santa e por um bloqueio do Mar Vermelho. "Os cristãos, os judeus e os governantes apóstatas traidores (fonte: O Estado de S. Paulo)

Al Qaeda do Iêmen ameaça cristãos e EUA e quer controlar o mar Vermelho (segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 - 17:50:54h)
O número dois do braço da rede terrorista Al Qaeda no Iêmen, Said al Shihri, conclamou nesta segunda-feira seus partidários e os muçulmanos em geral a atacarem "em todo o mundo os interesses americanos e cruzados [cristãos]" e anunciou a ambição do grupo de assumir o controle de um estreito estratégico na entrada do mar Vermelho. Em duas mensagens de mensagem de áudio publicadas nesta segunda ... (fonte: Folha Online)

Menina saudita de 12 anos casada com homem de 80 anos desiste de divórcio (terça-feira, 2 de fevereiro de 2010 - 18:06:15h)
Uma menina, de 12 anos, casada com um adulto, de 80, na Arábia Saudita retirou uma reivindicação de divórcio que tinha apresentado diante do tribunal, um dia antes da sessão na qual anularia seu casamento, informou nesta terça-feira o jornal "ArabNews". A edição digital do jornal saudita em inglês, que cita uma fonte da Comissão de Direitos Humanos, não identificada, explicou que a menina, sua ... (fonte: Folha Online)

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ARÁBIA SAUDITA

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Arábia Saudita



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Al Mamlakah al Arabiyah as Suudiyah
Bandeira   da   Arábia   Saudita Brasão   da   Arábia   Saudita
(Imagem Ampliada) (Imagem Ampliada)
Lema: Nenhum
Língua oficial Árabe
Capital Riade
Rei Abdala bin Abdelaziz
Área
- Total
- % água
14º
2 218 000 km²
Negligenciável
População


- Total est. (2006)
- Densidade

45º


27 019 731
12/km²

Unificação 23 de Setembro, 1932
Moeda Riyal
Fuso horário UTC +3
Hino nacional Aash Al Maleek
TLD (Internet) .SA
Código telefónico 966

A Arábia Saudita é o maior país da Península Arábica, situada no Médio Oriente, limitado a norte pela Jordânia, Iraque e Kuwait, a leste pelo Golfo Pérsico (através do qual tem fronteiras com o Irão e o Bahrein), Qatar, Emirados Árabes Unidos e Omã, a sul pelo Iémen e a oeste pelo Mar Vermelho e o Golfo de Aqaba, através dos quais faz fronteira com o Egipto, servindo o Mar Vermelho, também, de ligação à Eritreia e ao Sudão. Capital: Riade.

Índice

História

Muitos povos tem vivido na península ao longo de mais de 5000 anos. A cultura Dilmun, ao longo da costa do Golfo, era contemporânea dos sumérios e dos antigos egípcios, e a maior parte dos impérios do mundo antigo estabeleceu trocas comerciais com os estados da península.

A fundação do Islã por Maomé no ano de 620 da era atual e a subsequente importância religiosa das cidades árabes de Meca (também conhecida como Makkah) e Medina concederam aos governantes desse território considerável influência além da península.

O Estado Saudita surge na Arábia Central em 1744. Um chefe local, Muhammad bin Saud, uniu forças a um reformador do Islã, Muhammad Abd Al-Wahhab, para criar uma nova entidade política. O moderno Estado Saudita foi fundado pelo último Rei Abdul Aziz Al-Saud (conhecido internacionalmente como Abdul Aziz Ibn Saud). Em 1902, Abdul Aziz Ibn Saud capturou Riade, a capital ancestral da dinastia de Al-Saud à família rival Rashid. Continuando estas conquistas, Abdul Aziz subjugou Al-Hasa, o resto do Nejd e do Hijaz entre 1913 e 1926. A 8 de Janeiro de 1926 Abdul Aziz Ibn Saud torna-se Rei do Hijaz. A 29 de Janeiro de 1927 ele tomou o título de Rei do Nejd (seu título Nejdi anterior era de Sultão). Pelo Tratado de Jidá, assinado a 20 de Maio de 1927, o Reino Unido reconheceu a independência do reino de Abdul Aziz (então conhecido como Reino de Hijaz e Nejd). Em 1932, estas regiões foram unificadas como o Reino da Arábia Saudita. A descoberta de petróleo em 3 de Março de 1938 transformou o país.

As fronteiras com a Jordânia, o Iraque, e o Kuwait foram estabelecidas por uma série de tratados negociados nos anos de 1920, que criaram duas "zonas neutras" -- uma com o Iraque e outra com o Kuwait. A zona neutra Saudita-Kuwaitiana foi administrada conjuntamente em 1971, com cada Estado partilhando igualitariamente os recursos petrolíferos da zona.

Tentativas de acordo para o compartilhamento da zona neutra Saudita-Iraquiana chegaram a um termo em 1981, sendo finalizadas em 1983. A fronteira sul do país com o Yemen foi parcialmente definida em 1934 Tratado de Taif, pondo fim a uma breve guerra fronteiriça entre os dois Estados. Um tratado adicional assinado em Junho de 2000 delineou porções da fronteira com o Yemen. A localização e status da fronteira da Arábia Saudita com os Emirados Árabes Unidos não está finalizada; a fronteira de facto reflete um acordo de 1974. A fronteira entra a Arábia Saudita e o Qatar foi definida em Março de 2001. A fronteira com Oman ainda não está demarcada.

Durante a guerra árabe-israelense de 1973, a Arábia Saudita participou do boicote do petróleo árabe aos Estados Unidos e aos Países Baixos. Como membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEC), a Arábia Saudita juntou-se a outros países-membros elevando moderadamente o preço do petróleo em 1971.

Em 1990-91, o Rei Fahd desempenhou um papel-chave antes e durante a Guerra do Golfo: a Arábia Saudita acolheu a família real kuwaitiana além de 400.000 refugiados e ao mesmo tempo permitiu a entrada de tropas ocidentais e árabes em seu território para a liberação do Kuwait no ano seguinte.

Quando o então Rei Fahd sofreu um enfarte em novembro de 1995, o seu sucessor, então Príncipe Herdeiro Abdallah, assumiu muitas das responsabilidades rotineiras da condução do governo.

Geografia

Ver artigo principal: Geografia da Arábia Saudita.

País do Sudoeste da Ásia. Ocupa 4/5 da península Arábica e estende-se por 1950 km, de noroeste a sudeste, e por 1240 km, de sudoeste a nordeste.

É o maior país árabe, com uma superfície de 1 960 582 km². Está limitado pela Jordânia, pelo Iraque e pelo Koweit, a norte; pelo golfo Pérsico, pelo Qatar, pelos EÁU e pelo Omã, a leste; pelo Iémen, a sul; e pelo mar Vermelho, a oeste. As cidades mais importantes são Riad, a capital, com 3 822 600 habitantes (2004), Jeddah (2 817 700 hab.) (2004), Meca (1 691 100 hab.) (2004), Medina (867 900 hab.), Dammam (721 100 hab.) e Taifa (688 800 hab.) (2004).

A maior parte do território da Arábia Saudita é quase toda constituída por desertos.

Divisão administrativa

Ver artigo principal: Subdivisões da Arábia Saudita.
Auto-estrada   Dhahran-Al   Khoba
Auto-estrada Dhahran-Al Khoba

13 provincias (mintaqat, singular - mintaqah);

Demografia

Ver artigo principal: Demografia da Arábia Saudita.

O árabe padrão é a língua oficial. A população fala duas variedades coloquiais desta língua: o árabe do Hijaz (42%), na zona ocidental do país, e o árabe Najd (56%), na zona oriental.

Cultura

Ver artigo principal: Cultura da Arábia Saudita.

A cultura da Arábia Saudita assenta, praticamente, no Islão. Dois dos locais mais sagrados situam-se neste país, o qual se considera o berço da religião. O Islão é uma religião monoteísta, cujo livro sagrado é o Alcorão. Um dos rituais populares mais famosos da Arábia Saudita é o Ardha, a dança nacional. Esta dança da espada baseia-se nas antigas tradições beduínas: os tambores ecoam em uníssono acompanhando a voz de um poeta que canta em verso, enquanto homens de espada em punho dançam lado a lado.

Política

Ver artigo principal: Política da Arábia Saudita.

Economia

Ver artigo principal: Economia da Arábia Saudita.
Área   residencial   em   Dhahran
Área residencial em Dhahran

A extracção e exportação de petróleo constitui a actividade económica mais importante, sendo a Arábia Saudita o maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). Também são produzidas quantidades significativas de gás natural.

Até há pouco tempo, a produção agrícola era limitada pela inexistência de água e pela grande salinidade do solo. Agora, graças à irrigação, a Arábia Saudita tornou-se num grande produtor de trigo. A tâmara, o tomate, a melancia, a cevada, a uva, o pepino, a abóbora, a berinjela, a batata, a cenoura e a cebola são também culturas importantes.

Os principais parceiros comerciais da Arábia Saudita são os EUA, o Japão, o Reino Unido, a Alemanha, a França e a Coreia do Sul.

A Arábia Saudita é um grande destino de imigração proveniente do sul e leste da Ásia e de África Oriental, principalmente trabalhadores não especializados.

Religião

Masjid   al   Nabawi,   Medina
Masjid al Nabawi, Medina

A Arábia Saudita foi o lugar de nascimento do Islão. Atualmente, a sua constituição é baseada no Alcorão.

A tendência predominante é a estricta via do Wahhabismo, dentro do Islão Sunita.

A prática pública de qualquer outra religião que não o Islão é proibida. Esta intolerância é alvo de várias críticas de várias entidades no resto do mundo. Por exemplo, em 2003, um relatório da U.S. Commission on Religious Freedom (comissão para a liberdade religiosa), uma organização estatal americana que investiga as violações à liberdade religiosa no mundo, chamou à Arábia Saudita de o maior violador das liberdades religiosas.

Vários casos, entre os quais o caso recente do professor Mohammad al-Harbia, um professor da escola secundária saudita condenado a 40 meses de prisão e a 750 chicotadas em público por ter discutido a Bíblia e ter dado uma imagem positiva do Judaísmo aos seus alunos, têm originado uma condenação pela opinião pública internacional.


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